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BrOffice já é realidade na Receita Federal.

A Receita Federal editou, em 27/05/2010, a Portaria RFB nº 1.210, adotando o padrão aberto Open Document Format (ODF) e estipulando o prazo de 180 dias para a atualização do seu ambiente informatizado. Essa iniciativa está em consonância com diretrizes do Governo Federal e incorpora mudanças culturais na utilização de ferramentas de escritório na RFB.

A partir de 29 de novembro a RFB iniciará um curso EAD sobre o BrOFFICE.

Fonte: Informe-se de 20/10/2010 – informativo interno da RFB

Carlos Morimoto, com perfeição, tira todas as dúvidas sobre o tão falado Cloud Computing (computação em nuvem):

“o sistema é muito mais simples e transparente de usar, uma vez que as informações podem ser acessadas de qualquer lugar e podem ser compartilhadas com outras pessoas rapidamente, o que é suficiente para garantir sua popularização. O usuário não precisa se preocupar em instalar o OpenOffice ou o MS Office, nem aprender como compartilhar arquivos ou fazer backups. As desvantagens, por outro lado, incluem a questão do desempenho (que fica condicionado à velocidade da conexão) e a limitação óbvia de que os aplicativos ficam indisponíveis se a conexão cai.”

Confira o artigo completo no GDHPress Blog.

Ótima iniciativa. Ótimo material. Thiago Fagury disponibilizou em seu Blog, uma primeira versão de sua Apostila ITIL v3.

Vale a pena conferir:

Apostila ITIL v3 – Primeira versão – Thiago Fagury

Até mais.

Para a galera que vem estudando muito e prestando concurso público na área de TI, encontrei um “memorex” para análise de tráfego TCP/IP, produzido e constantemente atualizado por Paulo Marcelo. Material muito bom!

Esta disciplina é sempre cobrada, principalmente nos concursos públicos federais. Segue o link:

Análise de Tráfego TCP/IP

Até mais.

O agendamento de tarefas é um recurso essencial em servidores. No Linux, o daemon responsável pela tarefa é o cron. Ele é o responsável por diversas funções executadas automaticamente na maioria das distribuições, tais como o rotacionamento dos logs e pode ser programado para executar operações diversas, tais como scripts de backup.

Acesse o artigo completo no Guia do Hardware.

Abraço

Software Livre no Governo FederalA comunidade do software livre do governo federal sempre deixou sem uma resposta convincente a seguinte pergunta: Quem está, de fato, utilizando software livre no governo? Até agora nunca tinha sido apresentado algum levantamento sobre o grau de adesão aos programas de código aberto e em quais setores esse processo teria avançado na área de informática governamental. O assunto sempre foi tratado como “tabu” dentro do governo. Pelo menos até agora.

A situação mudou no último dia 12, quando representantes do Comitê de Implementação do Software Livre (CISL) resolveram abrir o jogo, durante apresentação de palestra na VII Conferência Latino Americana de Software Livre (Latinoware 2010).

Paulo F. Pastore, do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e Júlio Neves, da coordenação do CISL, admitiram, pela primeira vez, que o governo tem dificuldade em implementar a política de uso dos programas de código aberto.

“Alguns órgãos ainda não seguem as diretrizes do Governo Federal”, relatou Paulo Pastore (Serpro). “Existem órgãos que nem sequer têm conhecimento (do software livre). Mas nas universidades essa adesão está bastante apurada, pois é um público bastante avançado para a mudança”, completou.

O Comitê de Implementação do Software Livre chegou a fazer um levantamento com 233 órgãos federais. Mas apenas 129 responderam ao questionário sobre as ferramentas e soluções desenvolvidas em software livre, nos seguintes quesitos: Inexistente; inicial; em andamento; e uso majoritário.

O estudo mostra, por exemplo, que apenas 50%  dos órgãos da administração pública utilizam sistemas de correio eletrônico livre. O Comitê decidiu torná-lo disponível no endereço eletrônico: www.softwarelivre.gov.br/levantamento.

A matéria completa está no portal Convergência Digital.

O banco de dados Oracle inicializa a partir da leitura de “um de seus arquivos” de inicialização. Como assim, um de seus arquivos?

São dois arquivos. O PFILE, mais conhecido por “init.ora”, e o SPFILE, que é um arquivo de parâmetro do servidor, conhecido como “spfile.ora”.

A instância Oracle inicialmente procura pelo SPFILE, caso não o encontre, buscará pelo PFILE. O SPFILE é uma versão binária do PFILE. Uma das maiores vantagens de se utilizar o SPFILE, é a possibilidade da alteração de diversos parâmetros de forma dinâmica, ativando-os sem a necessidade de reinicialização do banco de dados.

Para verificar a existência do SPFILE, basta executar o seguinte comando:

SQL> show parameter SPFILE;

Para criar o SPFILE a partir do PFILE, utilize os seguintes comandos:

SQL> create SPFILE from PFILE;
ou
SQL> create SPFILE from PFILE=’/u01/app/oracle/product/11.2.0/dbhome_1/dbs/init.ora’
ou
SQL> create SPFILE=’/u01/app/oracle/product/11.2.0/dbhome_1/dbs/spfileNomeInstancia.ora’ from PFILE=’/u01/app/oracle/product/11.2.0/dbhome_1/dbs/init.ora’

Após isto, basta reiniciar o Oracle:

SQL> shutdown immediate;
SQL> startup

Durante o processo de reinicialização, o Oracle encontrará o SPFILE automaticamente.

Sempre faça um backup do SPFILE para um PFILE, pois um dia seu SPFILE pode corromper, então basta inicializar o Oracle a partir do PFILE. Como?

Criando um PFILE a partir do SPFILE, faça:

SQL> create PFILE=’u01/app/oracle/product/11.2.0/dbhome_1/dbs/initBACKUP.ora’ from SPFILE;

Caso o Oracle não inicie devido a um problema no SPFILE, inicialize-o a partir do PFILE salvo:

SQL> startup PFILE=’u01/app/oracle/product/11.2.0/dbhome_1/dbs/initBACKUP.ora’;

O Oracle inicializará normalmente – só por que você fez o backup do SPFILE. Já que agora está tudo mais tranquilo, aproveite para criar um novo SPFILE a partir do PFILE – já que o atual está corrompido – seguindo a dica lá em cima. Ok… Ok… Repetirei:

SQL> create SPFILE from PFILE=’/u01/app/oracle/product/11.2.0/dbhome_1/dbs/initBACKUP.ora’;
SQL> shutdown immediate;
SQL> startup

Pronto, o Oracle voltou a iniciar a partir do SPFILE.
Lembre-se de sempre manter um backup “atualizado” do seu SPFILE em um PFILE.
Todas as operações acima são executadas com um usuário SYSDBA (sqlplus / as sysdba).

IMPORTANTE: Jamais edite de forma manual o SPFILE (spfile.ora), pois o mesmo é binário.

Até a próxima.

Precise, pesquisei e encontrei:

SQL*Plus connection to remote Oracle database

Até a próxima.

O colega Patrick publicou um ótimo artigo sobre o assunto no portal Viva o Linux, vale a pena conferir:

Pen-Test com ênfase em WLAN

Abraço.

Igor Monteiro Moraes, aluno da UFRJ em 2002, publicou este ótimo artigo sobre VLANs, que eu só tive a oportunidade de ler agora – por pura necessidade -, em 2010. Valeu a pena conferir!

http://www.gta.ufrj.br/grad/02_2/vlans/

Abraço