Category: Notícia


Que ótima notícia recebi agora pouco (16/04/08 14:52h) por e-mail. Por decisão do CGI.br, o domínio COM.BR, destinado a atividades comerciais genéricas na Internet, também poderá ser registrado sob um CPF. Ou seja, pessoas naturais com atividades comerciais e afins poderão registrar domínios COM.BR. Não é uma beleza? É CERTO! Pessoal da área de TI recebe essa notícia com champagne  🙂

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Programador do Reino Unido ganha até sete vezes mais que um brasileiro e a hora do webdesigner no Brasil vale metade da média mundial.

Um profissional freelancer na área de webdesign da Noruega ganha, em média, três vezes mais que um brasileiro pela hora de trabalho. É o que aponta um estudo do site FreelanceSwitch.com, que ouviu 3,7 mil profissionais independentes de todo o mundo, de diferentes profissões.

De acordo com o estudo, o valor médio da hora do webdesigner freelancer no Brasil é de 23 dólares – acima da Índia, onde a hora vale 16 dólares, mas bem abaixo de países como a Noruega (75 dólares), Cingapura (60 dólares), Estados Unidos (54 dólares) e até de latino-americanos, como o México (31 reais).

O valor pago aos brasileiros também está abaixo da média mundial da hora do webdesigner freelancer, que é de 46 dólares.

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A hora do freelancer brasileiro na carreira de programador é praticamente equivalente à do webdesigner – 22 dólares. Mas nesta área, a defasagem em relação a outros países é maior: um programador do Reino Unido chega a ganhar até sete vezes (em média, 158 dólares) mais que um tupiniquim.

A média do valor pago por hora de programador no mundo é de 49 dólares. Países que competem com o Brasil na terceirização de desenvolvimento offshore, como a Irlanda e a Índia, pagam melhor os programadores freelancers – as médias são de 84 dólares e 24 dólares, respectivamente.

Entre os profissionais ouvidos pelo estudo, 13% tem mais de metade da sua carteira de clientes fora do seu país.

Dos freelancers entrevistados, 43% ganham menos do que quando trabalhavam para a indústria, mas mesmo assim 89% estão mais felizes desde que começaram a trabalhar como autônomos – embora 45,7% não se sintam seguros com a situação de trabalho.

A pesquisa revela ainda que a internet é uma importante fonte de trabalho para os profissionais independentes: 43,6% conseguem trabalho por meio do portfolio exibido na web; 33,5% em sites de emprego da internet; 21,5% em redes sociais; e 15% em blogs. Ainda assim, a referência ainda é a principal fonte de trabalho para 88,8% dos freelancers ouvidos.

O estudo mostrou ainda que há diferença entre o valor pago para homens e mulheres nos trabalhos autônomos: as mulheres ganham, em média, 4 dólares a menos por hora pelo mesmo trabalho executado.

A íntegra da pesquisa, que traz mais dados sobre o trabalho de freelancer no mundo, pode ser acessada no site FreelanceSwitch.com. O estudo foi realizado em julho de 2007.

Fonte: IDGNOW

De acordo com o IDG Now, um novo cavalo-de-tróia, ainda sem nome, começou a se espalhar via o Windows Live Messenger, da Microsoft, e já infectou cerca de 11 mil PCs em menos de 24 horas, informou a empresa de segurança Aladdin Knowledge Systems.

“Ainda não sabemos o que ele faz, mas no momento está criando um exército de bots”, declarou Roei Lichtman, diretor da Aladdin. “No final, é claro, vai enviar comandos para este exército para fazer alguma coisa”.

Os usuários do Windows Live Messenger, programa de mensagem instantânea da Microsoft, recebem uma mensagem com um arquivo Zip que pode conter o arquivo malicioso.

Como outras pragas virtuais espalhadas via software de mensagem instantânea, a ameaça chega via os contatos do software armazenados pela pessoa.

As ameaças online por meio de softwares de mensagens instantâneas ainda são raras, quando comparadas aquelas que se espalham via e-mail.

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Mais um passo nessa guerra! Parece mesmo, que nós, Administradores de Redes e Sistemas estamos cada vez melhor combatendo os ataques digitais nas redes de computadores. Hoje  (14/11), a Agência FAPESP publicou que o CAIS (Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança) da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) registrou uma queda de 59% nos incidentes de segurança envolvendo as redes de computadores das comunidades acadêmica e científica brasileiras no terceiro trimestre de 2007 em relação ao mesmo período de 2006.

Foram detectados e tratados pelos técnicos da RNP 8.080 incidentes de segurança, 11,6 mil a menos do que no terceiro trimestre do ano passado.

Dos incidentes, 49,12% referem-se a envio de spam em grande escala, 18,57% a tentativas de invasão de sistemas e 13,89% à propagação de vírus e worms (programa auto-replicante que, diferentemente de um vírus, não precisa de um programa “hospedeiro” para se propagar pelo computador) por meio de botnets (computadores infectados e controlados a distância por atacantes).

Também foram tratados 225 casos de troca de páginas, em que o atacante substitui o conteúdo original de uma página web ou inclui conteúdo não autorizado no site atacado, e ainda 88 casos de phishing, ataques que têm por objetivo obter dados confidenciais de usuários.

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Um grupo de pesquisa será montado no Japão para desenvolver tecnologia óptica para substituir o Internet Protocol (IP) como padrão global de comunicação. A equipe será estabelecida em novembro pelo Instituto Nacional de Informação e Tecnologia da Comunicação e empresas privadas.

O objetivo é desenvolver e comercializar até 2015 uma rede que pode transferir 10 gigabits por segundo, 10 vezes mais rápido que a rede de próxima geração, que será lançada no Japão no final deste ano.

O grupo vai ser composto de empresas como a Nippon Telegraph & Telephone Corp., Fujitsu, KDDI, Hitachi, Toshiba e NEC. Serão gastos mais de 30 bilhões de ienes, cerca de US$ 260 milhões, no projeto de pesquisa durante os próximos cinco anos. Projetos semelhantes já estão em desenvolvimento nos Estados Unidos e Europa.

A rede óptica permitiria o acesso simultâneo de até 100 bilhões de dispositivos e ainda assim ter uma velocidade extremamente rápida. Tais características são importantes em um futuro onde não apenas computadores e telefones terão conexões, mas também câmeras de segurança, sensores médicos e uma grande quantidade de outros aparelhos eletrônicos.

A nova tecnologia também permitiria conexão sem fio, estável e de alta velocidade até em trens-bala.