Category: Notícia


VMware lançou o Zimbra Collaboration Server 7.0, a solução de groupwaree-mail da Zimbra Collaboration Suite desde que comprou a plataforma do Yahoo há um ano. Este é o primeiro produto da família Zimbra 7.0, e os clientes agora também podem baixar as versões beta do Zimbra Desktop 7 e Zimbra Appliance 7. Muitos dos avanços na versão 7.0 dessa plataforma tem foco nos drivers cost-of-ownership (TCO), incluindo a crescente necessidade de racionalizar o gerenciamento, melhorar o desempenho e escalabilidade, além de oferecer serviços projetados para implantação de nuvem e virtualização.

A plataforma Zimbra 7 traz mudanças na produtividade que incluem o Calendar Scheduling Wizard, o que facilita a criação de entradas de calendário automaticamente propondo a data seguinte. A Briefcase agora torna mais fácil o compartilhamento de dados, a colaboração em arquivos, que também armazena versões antigas de arquivos e agora oferece procedimentos de check-incheck-out.

Na categoria “Openess”, Zimbra menciona melhorias como suporte para oAuth, VMware MyOneLogin SAML Single Sign On (SSO) e Kerberos Single Sign On (SSO). Entre as inúmeras funcionalidades interessantes que a a plataforma Collaboration Server apresenta, está a compatibilidade avançada com clientes de e-mail(desktop), sincronização over-the-air para smartphones (iPhone, Android, BlackBerry), bem como uma melhor escalabilidade do servidor e uma administração mais eficiente. Detalhes extras sobre a liberação da nova versão do Zimbra podem ser vistos em sua própria página.

Saiba mais: http://www.zimbra.com/products/openness.html

A Telebrás iniciou a seleção dos provedores de internet interessados em serem parceiros do governo federal na implementação do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Os que forem cadastrados terão que oferecer acesso ao usuário final com velocidade mínima de 512 kbps a um preço de 35 reais. Segundo a estatal, 550 empresas já estão inscritas no plano.

Confira a matéria na íntegra no ComputerWorld.

BrOffice já é realidade na Receita Federal.

A Receita Federal editou, em 27/05/2010, a Portaria RFB nº 1.210, adotando o padrão aberto Open Document Format (ODF) e estipulando o prazo de 180 dias para a atualização do seu ambiente informatizado. Essa iniciativa está em consonância com diretrizes do Governo Federal e incorpora mudanças culturais na utilização de ferramentas de escritório na RFB.

A partir de 29 de novembro a RFB iniciará um curso EAD sobre o BrOFFICE.

Fonte: Informe-se de 20/10/2010 – informativo interno da RFB

Software Livre no Governo FederalA comunidade do software livre do governo federal sempre deixou sem uma resposta convincente a seguinte pergunta: Quem está, de fato, utilizando software livre no governo? Até agora nunca tinha sido apresentado algum levantamento sobre o grau de adesão aos programas de código aberto e em quais setores esse processo teria avançado na área de informática governamental. O assunto sempre foi tratado como “tabu” dentro do governo. Pelo menos até agora.

A situação mudou no último dia 12, quando representantes do Comitê de Implementação do Software Livre (CISL) resolveram abrir o jogo, durante apresentação de palestra na VII Conferência Latino Americana de Software Livre (Latinoware 2010).

Paulo F. Pastore, do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e Júlio Neves, da coordenação do CISL, admitiram, pela primeira vez, que o governo tem dificuldade em implementar a política de uso dos programas de código aberto.

“Alguns órgãos ainda não seguem as diretrizes do Governo Federal”, relatou Paulo Pastore (Serpro). “Existem órgãos que nem sequer têm conhecimento (do software livre). Mas nas universidades essa adesão está bastante apurada, pois é um público bastante avançado para a mudança”, completou.

O Comitê de Implementação do Software Livre chegou a fazer um levantamento com 233 órgãos federais. Mas apenas 129 responderam ao questionário sobre as ferramentas e soluções desenvolvidas em software livre, nos seguintes quesitos: Inexistente; inicial; em andamento; e uso majoritário.

O estudo mostra, por exemplo, que apenas 50%  dos órgãos da administração pública utilizam sistemas de correio eletrônico livre. O Comitê decidiu torná-lo disponível no endereço eletrônico: www.softwarelivre.gov.br/levantamento.

A matéria completa está no portal Convergência Digital.

Inicialmente, o prazo para análise do acordo encerraria na sexta-feira, 26/06, após 30 dias de estudo sobre o caso. No entanto, mais informações foram solicitadas.

Segundo o jornal, o departamento de justiça dos EUA ainda não aprovou a ação, por sentir necessidade de mais informações das companhias. O ponto de maior discussão está no licenciamento da linguagem de programação Java, da Sun.

O acordo entre as duas empresas foi fechado no valor de US$7,4bilhões.

Fonte:  Olhar Digital

A restrição da fabricante de softwares Microsoft ao número máximo de 25 licenças que podem obter a atualização gratuita para o Windows 7, em compras feitas por empresas ou usuários residenciais, foi criticada por um analista da consultoria Gartner nesta segunda-feira (29/6).

A Microsoft anunciou seu programa de atualização para o Windows 7 na última sexta-feira (26/6),  incluindo fabricantes de PCs no Brasil, quando informou que forneceria licenças gratuitas para fabricantes de PCs até 31 de janeiro de 2010.

Mas a empresa “esqueceu” de divulgar um detalhe: EXISTE A RESTRIÇÃO DE 25 LICENÇAS POR EMPRESA.

Realmente, era de se estranhar. De qualquer forma, agora está tudo de volta a normalidade. 🙂

Fonte: IDG Now

A certificação ITIL (Information Technology Infrastrutucre Library), biblioteca de melhores práticas de TI, continua ganhando espaço no Brasil. Considerado um diferencial no currículo dos profissionais que atuam com processos e gestão de projetos, o canudo promete ser ainda mais valorizado no mercado para quem tem o Service Manager (avançado) – exigido para os profissionais que lidam com o ITIL V3.  

Diante da possibilidade de já fazer o exame em português na nova versão, a expectativa é que um número maior de pessoas obtenha o título. Nos últimos cinco anos, o Exin, instituto holandês independente que realiza exames em ITIL, certificou 32 mil profissionais no País. “Percebemos, inclusive, movimento de maior procura pelo Manager, que começou em 2007”, afirma Milena Andrade, gerente regional da subsidiária brasileira.

Além disso, destaca, o mercado começou a reconhecer o valor destes profissionais e o impulso que eles davam aos projetos de gerenciamento de serviços e melhoria de performance em TI. Hoje, há três tipos de certificação em ITIL: Foundation (básico), Practitioner (intermediário) e Service Manager (avançado). No Brasil, 95% dos profissionais certificados possuem o diploma Foundation, 2% têm o Practitioner e os outros 3% possuem o Manager.

A gerente do Exin ressalta que os cursos não só preparam e avaliam o aluno em relação ao conteúdo, como também em aspectos comportamentais de liderança, capacidade de comunicação, trabalho em equipe e postura gerencial. “Ainda há uma grande pirâmide com base muito densa em fundamentos, mas ela deve seguir rumo ao topo numa velocidade maior a cada ano”, aposta Milena.

Na sua opinião, quanto melhor for a formação do profissional, maiores serão os resultados que ele promoverá frente às mudanças e desafios. “Se o mercado é exigente, o profissional precisa ser bem mais qualificado e estar afinado com as melhores práticas em gestão de TI, reunidas na ITIL.

Salários em alta

Independente da certificação que o profissional conquiste, o salário sempre sobe. De acordo com Ricardo Basaglia, gerente de TI da empresa de recrutamento Michael Page, a remuneração cresce entre 10% e 15%. Embora ainda não seja pré-requisito para analistas de TI, o consultor é categórico em afirmar que o título é mandatório para gerentes e coordenadores. “Em ambos os casos, quem não tiver a certificação, está fora do processo seletivo”, revela. 

Na integradora Sonda Procwork, o certificado não é exigido na hora da contratação. Mas a empresa incentiva os funcionários a buscarem formação, subsidiando a prova. Sem revelar o número de empregados certificados, Ana Lúcia de Melo Martins, diretora de contas da companhia, afirma que ainda poucos possuem o diploma ITIL. E desse universo, a maioria tem o Foundation.  “No entanto, mostramos o quanto é importante dominar as melhores práticas para crescer”, diz.

Apesar do crescimento do Service Manager – em que os salários podem dobrar -, Basaglia explica que a demanda no mercado ainda é pequena. As oportunidades para esses profissionais estão nas consultorias, que os disputam a tapas. É o caso da Pink Elephant, consultoria de tecnologia da informação que atua na capacitação ITIL.

Mesmo sendo celeiro de mão-de-obra para o mercado, a empresa no início do ano sentiu na pele a dificuldade em encontrar um profissional com certificação Manager para atuar em seus quadros. “O rouba-rouba de talentos entre a concorrência é imenso e reter profissionais representa uma tarefa complicada”, diz Clebert Duarte, diretor geral da companhia no Brasil.

De olho no potencial de mercado, a Pink Elephant está reestruturando seus cursos. A partir do segundo semestre eles se dividirão em três níveis: VIP, voltado a diretores e gerentes seniores; Padrão, direcionado a técnicos e gerentes médios; e Básico, com foco em estudantes. Hoje, dos alunos que passam pelas salas de aula da companhia, 75% fazem a certificação Foundation.

Fonte: COMPUTERWORLD

nokia201100Crackers têm oferecido mais de 30 mil dólares em fóruns na internet por um modelo antigo de celular da Nokia, o 1100, fabricado em uma antiga fábrica na Alemanha. De acordo com uma companhia de investigação, o aparelho poderia facilitar transferências bancárias ilegais feitas por criminosos.

Na terça-feira (21/04), a Nokia disse que não sabia que os preços de revenda do telefone lançado em 2003, estimado em algo em torno de 130 dólares, havia aumentado tanto. A fabricante declara ainda que o software do 1100 não é defeituoso. “Não identificamos  qualquer problema que permitiria o uso do aparelho nesses casos”, disse a companhia.

Aparentemente, o 1100 pode ser programado para receber mensagens de texto de qualquer outro número, o que dá a oportunidade para fraudes bancárias.

Em alguns países, como a Alemanha, os bancos enviam códigos para autenticação de transações móveis para o celular. O recurso de segurança é chamado “mobile Transaction Authentication Number” (mTAN) e só pode ser usado uma vez como senha.

Os criminosos consegue obter os nomes de usuário e logins para contas bancárias ao invadir sites de bancos, e-mails ou mesmo hackeando PCs. Com esses dados e com uma mTAN recebida em um Nokia 1100 modificado, eles facilmente poderiam acessar sites de bancos e solicitar transferências de dinheiro, explicaram analistas da Ultrascan Advanced Global Investigations.

Fonte: IDG NOW

Sem qualquer alarde, o Google começou a testar publicidade integrada à rede social Orkut para tentar transformar o acesso de mais de 17 milhões de brasileiros, segundo o Ibope//NetRatings, em lucros para a companhia.

Oficialmente, o Google Brasil afirma que começou testes com um pequeno grupo de usuários do Orkut no terceiro trimestre de 2008, e que a publicidade atingiu todos os outros inscritos antes do final do ano.

Não notou ainda? Entre na sua conta no Orkut e veja o grande espaço quadrado reservado aos banners.  Ali rodam publicidades de serviços do buscador, anúncios de outras empresas e os links patrocinados do AdSense.

Não é a primeira vez que o Google Brasil tenta lucrar com o Orkut. Em agosto de 2007, o buscador foi forçado a parar os testes após o SaferNet pedir que o Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) investigasse a veiculação de anúncios em comunidades com conteúdo criminoso, como pedofilia, tráfico de drogas e incitação ao ódio.

Os testes aconteceram um ano antes do Ministério Público Federal encerrar a ação que mantinha contra o Google Brasil, que ameaçava até mesmo a operação do buscador por aqui, após novidades introduzidas pela empresa no calor da CPI da Pedofilia.

Pessoas próximas ao assunto afirmam que os problemas identificados na ocasião foram desvios não previstos e serviram como alerta para o desenvolvimento contínuo da ferramenta de publicidade.

A segunda maneira como o Orkut vem rendendo receita ao Google é o desenvolvimento de skins para companhias aptas a pagar o buscador, modelo empregado pelo MySpace (com bastante sucesso, diga-se de passagem) lá fora.

No Natal de 2008, a operadora Oi financiou o primeiro skin, em acordo financeiro cujos valores o Google Brasil não revela.

“O Orkut já gera receita”, anuncia Carlos Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil. Se ele se paga? O Google Brasil não diz. Mesmo que ainda não, ver que a rede social preferida dos brasileiros deixou de ser apenas uma draga, seja de tempo ou de dinheiro, já é uma ótima notícia para o buscador no país.

 
Fonte: IDG NOW!

São Paulo – McAfee diz que 39% dos entrevistados esperam mais perdas na crise. Brasil está entre países que mais gastam para proteger dados.

Mundialmente, as empresas de tecnologia perderam mais de 1 trilhão de dólares com o roubo de dados em 2008, revela o relatório “Economias Desprotegidas: Proteção de Informações Vitais”, da McAfee.

O levantamento, feito com mais de 800 empresas nos Estados Unidos, Reino Unido,  Alemanha, Japão, China, Índia, Brasil e Dubai, mostra que sua perda conjunta em propriedade intelectual chegou a 4,6 bilhões de dólares.

Acesse aqui a matéria na íntegra.

Fonte: IDG NOW!