Category: Linux


O scp é um comando muito útil para transferência de arquivos entre servidores Linux (apenas), via console. Como?

Os IPs dos servidores são:

Servidor1 (172.22.0.101)
Servidor2 (172.22.0.102)

Para transferir um arquivo do servidor1 para servidor2, estando dentro ou fora do diretório do arquivo:

1. Dentro do diretório:

# scp nome_do_arquivo.xxx usuario@172.22.0.102:/diretorio/de/destino/no/servidor2

2. Fora do diretório:

# scp /home/usuario/nome_do_arquivo.xxx usuario@172.22.0.102:/diretorio/de/destino/no/servidor2

Mas como fazemos para transferir arquivos do servidor2 para o servidor1, estando logado no servidor1 (ressalto: logado no servidor1 a partir do servidor2):

1. Copiar para o diretório atual:

# scp usuario@172.22.0.101:/home/usuario/arquivo .

2. Copiar para outro diretório:

# scp usuario@172.22.0.101:/var/log/messages /tmp

Mais detalhes sobre o comando scp:

# man scp

Obs.: Será solicitada a autenticação no servidor que receberá a conexão e também é possível utilizar HOST ao invés de IP, caso o DNS esteja configurado.

Até mais.

O agendamento de tarefas é um recurso essencial em servidores. No Linux, o daemon responsável pela tarefa é o cron. Ele é o responsável por diversas funções executadas automaticamente na maioria das distribuições, tais como o rotacionamento dos logs e pode ser programado para executar operações diversas, tais como scripts de backup.

Acesse o artigo completo no Guia do Hardware.

Abraço

O colega Patrick publicou um ótimo artigo sobre o assunto no portal Viva o Linux, vale a pena conferir:

Pen-Test com ênfase em WLAN

Abraço.

Galera, estava migrando um DNS secundário de um Linux Slackware para um Linux CentOS e logo me deparei com a dificuldade de “startar” o serviço, sempre aparecendo a mensagem de “FALHA ou FALHOU” após executar o comando: “service named start”. Bom, inicialmente nada melhor que uma boa pesquisa no Google, certo? E dessa vez foi fácil, segue a fonte:

How to Make Bind Work in CENTOS 5.x Version

Abraço

Recentemente (13/01/2010) um colega de profissão desenvolveu este passo-a-passo, o que me ajudou a sanar algumas dúvidas e que pode ajudar vocês também:

http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Passoapasso-para-instalar-o-CentOS-Linux-5.2/

[]´z

Acredito que muitos programadores de sistemas para a Internet já desenvolveram (ou tentaram) alguma solução que precisava  acessar arquivos de um diretório do servidor que está fora do contexto WEB, ou seja, necessitando a criação de um link simbólico (praticamente um diretório virtual do MS IIS).

Quando se trata do servidor de aplicações Java SUN Glassfish é preciso habilitar está função, e o Glassfish Wiki explica muito bem como fazer. É simples:

http://wiki.glassfish.java.net/Wiki.jsp?page=FaqActivateSymbolicLinks

Até a próxima.

Compartilhando mais uma “pedreira” resolvida no dia-a-dia.

Volta e meia um ou outro cliente reclama que as URLs do registro de navegação (access.log) do SQUID não estão sendo gravadas de forma COMPLETA, ao invés de gravar “https://lhsiqueira.wordpress.com/wp-admin/post-new.php?id=123456?category=25” grava apenas “https://lhsiqueira.wordpress.com/wp-admin/post-new.php“, omitindo as strings de consulta “id=123456?category=25”. Isso acontece devido a uma preocupação dos desenvolvedores do SQUI Proxy Cache com a privacidade dos usuários da rede, e até compreendo tal preocupação, mas no fim das contas, a administração e acesso a esses registros não é de competência dos administradores de rede e/ou gerência de TI? SIM. Então vamos habilitar esse registro completo.

Para tanto, basta editar o arquivo de configuração do SQUID (geralmente em /etc/squid/squid.conf), procurar pela variável strip_query_terms, descomentá-la e definir seu valor como “off“, isso mesmo, “off“! Ficando:

strip_query_terms off

Após isto, basta reiniciar o SQUID (killall -HUP squid).

Para quem utiliza o SARG (Squid Analysis Report Generator) e deseja que o mesmo também grave os registros completos em seu relatório, basta editar seu arquivo de configuração (geralmente em /etc/squid/sarg.conf ou /etc/sarg/sarg.conf), procurar pela variável long_url, descomentá-la e definir seu valor como “yes“, ficando assim:

long_url yes

Após isto, na próxima vez que sua rotina de geração de relatórios for executada (CRONTAB, você tem, certo? :/), já irá gerá-los com a URL completa.

Bom, espero ter contribuído.
Abraço

[Dicas-L] MultiTail

Colaboração: André Luiz Facina

Algumas vezes precisei logar em um servidor e acompanhar vários arquivos de log’s com o comando tail -f. Era meio precário ter que abrir várias sessões ssh, ou até mesmo vários terminais para poder fazer isso. O multitail veio para resolver essa questão, com ele é possível executar o tail em vários arquivos ao mesmo tempo e na mesma tela.

Um exemplo simples, executando o tail em três arquivos:

# multitail /var/log/messages /var/log/auth.log /var/log/mail.log

Esse foi um exemplo simples, para um uso mais sofisticado há vários outros exemplos no site do projeto.
 
Download

No Debian e Ubuntu o MultiTail pode ser instalado via apt

# apt-get install multitail

Caso não esteja disponível nos repositórios de outras distribuições, o link para download é -> http://www.vanheusden.com/multitail/download.html

Todo administrador de servidor e-mail que se preze e mantém seus conhecimentos atualizados, sabe muito bem o que é uma lista RBL. Mas, para quem não sabe, as listas RBL são listas negras de endereços IP geradas por órgãos internacionais. Cada órgão tem seu critério e forma de inserção e remoção dos endereços, mas sempre obedecendo a idéia de ser um endereço suspeito ou possível de SPAM.

Existem diversas listas negras na Internet, e no site de cada um destes órgãos existem informações de como implementar a lista no servidor e também de como remover seu servidor da lista negra (caso esteja).

O objetivo deste post é apenas passar como dica a todos um site bastante interessante, onde é possível em apenas em uma única busca verificar em quais listas negras um servidor de e-mail pode estar:

http://www.base64.com.br/support/multirbl/

Abraço,

Diante de tantas dificuldades encontradas para virtualizar o Ubuntu e experimentar sua nova versão, é claro que iria compartilhar com todos a solução. Utilizei o Windows XP SP2, Microsoft Virtual PC 2007 e Ubuntu 7.10.

Obs.: Não abordarei detalhes de instalação e configuração de máquina virtual.

Digo tantas dificuldades porque foi necessário muita pesquisa para solucionar um ÚNICO problema. O mesmo acontece quando vamos criar a nova máquina virtual (VM) e dar boot, então, pressionamos logo “ENTER” na opção “Start or Install Ubuntu”, em seguida a instalação começa a processar e inesperadamente surge erro de resolução, conforme imagem abaixo:

ubuntu_vpc_bugresolution

Para solucionar este problema, após instalado o Microsoft Virtual PC 2007 é necessário baixar o ISO do Ubuntu 7.10 e queimá-lo em CD ou DVD.

Crie normalmente uma nova máquina virtual (VM) com no mínimo 256mb (512 ideal) e execute o CD para boot do Ubuntu, logo a tela abaixo será apresentada:

ubuntu_vpc_bugresolution01

Devido a uma limitação de resolução do Microsoft Virtual PC 2007, pressione F4 e selecione a resolução 800 x 600 x 16.

Após isso, leve o cursor até a opção “Start Ubuntu in safe graphics mode”. Na instalação em modo gráfico o mouse costuma não funcionar, e isso fará falta, então pressione a tecla F6 para editar o comando a ser executado e adicione ao fim do comando isto: “- – i8042.noloop”, conforme imagem acima. Execute o boot.

Então, após estes procedimentos, tudo tende a dar certo e a próxima tela será a seguinte:

ubuntu_vpc_bugresolution02

Dê duplo clique no icone INSTALL e siga a instalação do Ubuntu conforme suas preferências.

Pode acontecer de ao fim da instalação o Ubuntu não conseguir se conectar aos seus servidores de atualização e com isso gerar um erro, erro este que não atrapalhará a instalação e a atualização pode ser feita em outro momento.

Após o término da instalação feche a máquina virtual e remova o CD do Ubuntu. Execute novamente a máquina virtual, clique no menu CD e em seguida em “releasing the ISO”, para que o Microsoft Virtual PC 2007 entenda que o sistema operacional irá ser executado diretamente de sua instalação, e não mais do CD.

A tela seguinte será:

ubuntu_vpc_bugresolution03

Lembra do problema com o mouse? O mesmo ainda existe, então edite o comando novamente e insira ao fim: “- – i8042.noloop” e execute. Para solucionar este problema de vez, quando o Ubuntu abrir pela primeira vez, edite o arquivo /boot/grub/menu.lst, encontre a linha onde o Ubuntu é executado no boot e adicione ao fim o que é necessário, conforme imagem abaixo:

ubuntu_vpc_bugresolution04

Salve e pronto!

Espero que ajude a muitos.