Category: Artigos


Carlos Morimoto, com perfeição, tira todas as dúvidas sobre o tão falado Cloud Computing (computação em nuvem):

“o sistema é muito mais simples e transparente de usar, uma vez que as informações podem ser acessadas de qualquer lugar e podem ser compartilhadas com outras pessoas rapidamente, o que é suficiente para garantir sua popularização. O usuário não precisa se preocupar em instalar o OpenOffice ou o MS Office, nem aprender como compartilhar arquivos ou fazer backups. As desvantagens, por outro lado, incluem a questão do desempenho (que fica condicionado à velocidade da conexão) e a limitação óbvia de que os aplicativos ficam indisponíveis se a conexão cai.”

Confira o artigo completo no GDHPress Blog.

Para a galera que vem estudando muito e prestando concurso público na área de TI, encontrei um “memorex” para análise de tráfego TCP/IP, produzido e constantemente atualizado por Paulo Marcelo. Material muito bom!

Esta disciplina é sempre cobrada, principalmente nos concursos públicos federais. Segue o link:

Análise de Tráfego TCP/IP

Até mais.

O agendamento de tarefas é um recurso essencial em servidores. No Linux, o daemon responsável pela tarefa é o cron. Ele é o responsável por diversas funções executadas automaticamente na maioria das distribuições, tais como o rotacionamento dos logs e pode ser programado para executar operações diversas, tais como scripts de backup.

Acesse o artigo completo no Guia do Hardware.

Abraço

O banco de dados Oracle inicializa a partir da leitura de “um de seus arquivos” de inicialização. Como assim, um de seus arquivos?

São dois arquivos. O PFILE, mais conhecido por “init.ora”, e o SPFILE, que é um arquivo de parâmetro do servidor, conhecido como “spfile.ora”.

A instância Oracle inicialmente procura pelo SPFILE, caso não o encontre, buscará pelo PFILE. O SPFILE é uma versão binária do PFILE. Uma das maiores vantagens de se utilizar o SPFILE, é a possibilidade da alteração de diversos parâmetros de forma dinâmica, ativando-os sem a necessidade de reinicialização do banco de dados.

Para verificar a existência do SPFILE, basta executar o seguinte comando:

SQL> show parameter SPFILE;

Para criar o SPFILE a partir do PFILE, utilize os seguintes comandos:

SQL> create SPFILE from PFILE;
ou
SQL> create SPFILE from PFILE=’/u01/app/oracle/product/11.2.0/dbhome_1/dbs/init.ora’
ou
SQL> create SPFILE=’/u01/app/oracle/product/11.2.0/dbhome_1/dbs/spfileNomeInstancia.ora’ from PFILE=’/u01/app/oracle/product/11.2.0/dbhome_1/dbs/init.ora’

Após isto, basta reiniciar o Oracle:

SQL> shutdown immediate;
SQL> startup

Durante o processo de reinicialização, o Oracle encontrará o SPFILE automaticamente.

Sempre faça um backup do SPFILE para um PFILE, pois um dia seu SPFILE pode corromper, então basta inicializar o Oracle a partir do PFILE. Como?

Criando um PFILE a partir do SPFILE, faça:

SQL> create PFILE=’u01/app/oracle/product/11.2.0/dbhome_1/dbs/initBACKUP.ora’ from SPFILE;

Caso o Oracle não inicie devido a um problema no SPFILE, inicialize-o a partir do PFILE salvo:

SQL> startup PFILE=’u01/app/oracle/product/11.2.0/dbhome_1/dbs/initBACKUP.ora’;

O Oracle inicializará normalmente – só por que você fez o backup do SPFILE. Já que agora está tudo mais tranquilo, aproveite para criar um novo SPFILE a partir do PFILE – já que o atual está corrompido – seguindo a dica lá em cima. Ok… Ok… Repetirei:

SQL> create SPFILE from PFILE=’/u01/app/oracle/product/11.2.0/dbhome_1/dbs/initBACKUP.ora’;
SQL> shutdown immediate;
SQL> startup

Pronto, o Oracle voltou a iniciar a partir do SPFILE.
Lembre-se de sempre manter um backup “atualizado” do seu SPFILE em um PFILE.
Todas as operações acima são executadas com um usuário SYSDBA (sqlplus / as sysdba).

IMPORTANTE: Jamais edite de forma manual o SPFILE (spfile.ora), pois o mesmo é binário.

Até a próxima.

O colega Patrick publicou um ótimo artigo sobre o assunto no portal Viva o Linux, vale a pena conferir:

Pen-Test com ênfase em WLAN

Abraço.

Igor Monteiro Moraes, aluno da UFRJ em 2002, publicou este ótimo artigo sobre VLANs, que eu só tive a oportunidade de ler agora – por pura necessidade -, em 2010. Valeu a pena conferir!

http://www.gta.ufrj.br/grad/02_2/vlans/

Abraço

Sílvio Meira em seu blog Dia a Dia, Bit a Bit, no seu mais recente artigo trata dos principais assuntos relacionados a evolução do serviço de Internet pelo mundo a fora.

Internet: Articulação e Coordenação, ao invés de Regulamentação

Não percam.

Abraço

Júlio Battisti publicou em 15/06/2003 o artigo “DFS – Distributed File System – Conceitos e Implementação“, algo que me foi muito útil HOJE.

Segue o link: DFS – Distributed File System – Conceitos e Implementação

Mais sobre DFS no site na Microsoft: Distributed File System Technology Center

Abraço

E de repente meu gerente entra na sala com um esboço de um DER (Diagrama de Entidade Relacional) feito a caneta e solicita em caráter de urgência sua digitalização e também a geração do DD (Dicionário de Dados). E agora?

Bom, quem administra SQL Server sabe que o próprio tem sua ferramenta para desenvolver um DER. Mas também sabe que em sua versão 2000, o mesmo não possui nenhuma ferramenta para geração do DD. E agora?

Foi pesquisando na maior biblioteca virtual do mundo (Google) que encontrei um script que resolve o problema, bastando abrir o Query Analyzer, selecionar o banco de dados desejado e então executa isto:

— INICIO

SET NOCOUNT ON

DECLARE @Id_Tabela int, @Nome_Tabela varchar(50)
PRINT ‘BANCO DE DADOS: ‘ + UPPER(db_name())
PRINT ”
DECLARE tabelas CURSOR FOR SELECT Name, ID FROM sysobjects WHERE xtype = ‘U’ AND Name <> ‘dtProperties’
ORDER BY Name
OPEN tabelas
FETCH NEXT FROM tabelas INTO @Nome_Tabela, @Id_Tabela
WHILE @@FETCH_STATUS = 0
BEGIN
PRINT ‘TABELA: ‘ + UPPER(@nome_tabela)
select nome_campo = LEFT(RTRIM(LTRIM(sc.name)),40),
tipo_campo = LEFT(RTRIM(LTRIM(st.name)),20), tamanho_campo = sc.length, descricao_campo = ISNULL(sp.value,”)
FROM syscolumns sc, systypes st, sysproperties sp WHERE sc.id = @Id_Tabela AND sc.xtype = st.xtype
and sc.colid *= sp.smallid and sp.id = @Id_Tabela

ORDER BY sc.colid
PRINT ”
FETCH NEXT FROM tabelas INTO @Nome_Tabela, @Id_Tabela
END
CLOSE tabelas
DEALLOCATE tabelas

SET NOCOUNT OFF

— FIM

É isso galera, bom proveito!

Contribuição: http://www.linhadecodigo.com.br

Quem não precisou, um dia vai precisar! Segue a dica:

http://support.microsoft.com/kb/270670/pt-br

Abraço